Digo isso, pois algumas esquecem desses detalhes quando batem na porta de uma consultoria especializada em certificação. Infelizmente, essas empresas não estão preparados para todas as etapas que a certificação exige e, no meio do caminho, acabam apelando para alternativas que possam encurtar o caminho.
O resultado é um selo que valoriza a marca, mas não a operação. Fica-se com uma aparência de carro elétrico, mas um motor de Fusca. E a tática até funciona por um certo período, mas não se mantém, porque as mudanças adotadas apenas alteram processos, mas conservam a mesma cultura. Por isso, vale pensar que uma certificação de sustentabilidade só é válida quando inserida no núcleo da empresa e fragmentada para os demais setores, sem exceções. Em outras palavras, uma certificação não pode ser vista como uma ferramenta para a melhoria de uma único departamento, mas como um processo de reeducação de toda a empresa.
Mauricio Miranda
IMAM
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