Inicio

sábado, 29 de junho de 2013

TAM Cargo cria voo cargueiro direto entre Manaus e Recife,

tamcargo

A TAM Cargo, unidade de cargas do Grupo LATAM Airlines, anunciou a sua segunda operação cargueira, que ligará a cidade de Manaus (AM) a Recife (PE). A rota será operada por uma aeronave modelo Boeing 767-300F, com capacidade para transporte de até 52 toneladas. A partir de Recife, as encomendas poderão seguir por várias linhas da empresa que conectam as principais capitais nordestinas, como Salvador, João Pessoa, Fortaleza, Aracaju, Maceió e Natal.

A nova frequencia complementa a operação cargueira da empresa nesta rota, que ocorre aos sábados e faz uma escala em Fortaleza (CE). A nova opção de voo cargueiro da TAM Cargo deverá conectar diretamente o polo industrial de Manaus às cidades do Nordeste em menos de 24 horas, nos dois sentidos. Inicialmente, a operação ocorrerá todas as quintas-feiras, com saída de Recife às 9h20 e chegada prevista a Manaus às 12h30. No sentido inverso, o cargueiro partirá de Manaus às 14 horas, chegando a Recife às 19h.

A empresa também oferece voos cargueiros na rota que liga São Paulo/Guarulhos a Manaus, de terças às sextas-feiras, com três voos diários, além de duas operações aos sábados, em um total de 14 frequências semanais. Outra rota cargueira presente entre os serviços da empresa conecta as cidades de São Paulo/Guarulhos a Belém (PA) e Belém a Manaus, com duas frequências semanais, as quartas e sextas-feiras.

Ribeirão Preto ganha condomínio logístico.

CBPRibeirão

A cidade de Ribeirão Preto acaba de ganhar um novo Centro Logístico, estrategicamente localizado às margens da Rodovia Anhangüera, na altura do quilômetro 308. O Condomínio Logístico CBP Ribeirão já está funcionando parcialmente com a implantação de uma unidade de distribuição da Eurofarma.

O empreendimento é composto por galpões modulares e desenvolvido com os melhores preceitos técnicos. Além de localização privilegiada, o CBP Ribeirão conta com qualidade construtiva diferenciada e pé-direito elevado, permitindo maior capacidade de armazenamento; iluminação zenital, que proporciona economia de energia; e sistema de segurança de ponta. Os galpões são modulares e flexíveis, com áreas de 1.606m², 2.741m² e 3.808m², contando com 03, 08 ou 13 docas, respectivamente. Todos têm 515m² de áreas auxiliares e escritórios.

“Os locadores encontrarão espaços customizáveis, com as vantagens do sistema de condomínio, bastante interessante para rateio de custos de segurança e facilidade de operação”, destaca Ricardo Rinaldi, gerente de operações imobiliárias da Cushman&Wakefield, empresa responsável pela locação do CBP Ribeirão.

O novo centro logístico foi idealizado por um grupo de investidores, por meio do Fundo de Investimento Imobiliário Claritas Logística I, da Claritas Investimento. Ribeirão Preto foi a cidade escolhida por ser polo de desenvolvimento da região Noroeste de São Paulo, circundado por municípios que têm recebido intensos investimentos em indústria, comércio e serviços, como Sertãozinho, Araraquara e Barretos.

domingo, 23 de junho de 2013

China e América Latina: as relações perigosas.


América Latina poderia converter-se, nos próximos anos, numa “plataforma extraterritorial” da China, cuja função seria permitir a esta última assegurar e ampliar suas exportações – notadamente nos setores de eletrônica, indústria automobilística e têxtil – para os mercados norte-americanos, europeus e latino-americanos? Este risco seria ainda mais claro num cenário em que há tendência irreversível ao aumento dos salários chineses, ao encarecimento de seus produtos? As hipóteses acima foram suscitadas pela Comissão Econômica da ONU para a América Latina e o Caribe (Cepal), em um relatório recente, dedicado ao estudo das relações entre a China e a América Latina e Caribe1.

Um estudo da evolução quantitativa e qualitativa dos investimentos diretos externos (IDE) feitos pela segunda potência econômica mundial na América Latina, entre 2003 e 2009, reforça essa análise. As economias latino-americanas recebem agora 13% do total dos IDE da China no mundo2. Isso representa um montante estimado em 31 bilhões de dólares. Ainda que 90% desses IDE dirijam-se aos setores bancários de dois paraísos fiscais notórios – as Ilhas Cayman e os Ilhas Virgens Britânicas – a Cepal indica que, durante esses seis anos, 24 bilhões de dólares teriam sido diretamente investidos pelas empresas chinesas nos setores de recursos naturais, da indústria e dos serviços na América Latina.

Participação em companhias latino-americanas e acordos de cooperação entre regiões chinesas e países latino-americanos asseguram às empresas chinesas uma penetração crescente nas economias latino-americanas. O México e os países do Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai) constituem a principal base para atividade produtiva de empresas chinesas na América Latina. Destacam-se os setores de produtos manufaturados, da eletrônica, automobilístico e de telecomunicações. “A porta de entrada na Argentina, Brasil, México e Uruguai deve ser vista como primeira etapa para organizar um avanço futuro em direção aos mercados dinâmicos constituídos pela Área de Livre Comércio da América do Norte (Nafta) e o Mercosul, informa o relatório. Desde já, 50 mil empregos dependeriam diretamente dos investimentos chineses na economia real latino-americana.

Por que escolher a América Latina como potencial “plataforma extraterritorial”? O setor de eletrônica oferece uma imagem emblemática dessa estratégia. Segundo a Cepal, três fatores explicam a atração exercida pela América Latina sobre os investidores chineses: “1. A demanda interna (chinesa) é fragilizada pela concorrência no próprio território nacional; os lucros diminuíram, levando os empreendedores do setor a buscar novos mercados na América Latina, onde uma classe média emergente está em expansão. 2. Diversos países da América Latina passaram a adotar medidas antidumping contra produtos fabricadas na China. Estabelecer uma unidade de produção na região pode ajudar os empresários chineses a atenuar os conflitos comerciais. 3. Os empresários chineses não são atualmente capazes de estabelecer unidades de produção nos países desenvolvidos; esta é a razão por que a América Latina e a África tornaram-se zonas de destino importantes para seus IDE.”

Por sua vez, os IDE latino-americanos na China – e portanto a inserção das empresa da região na economia produtiva no país – continuam muito marginais. Os sete países que mais investem na China (Argentina, Brasil, Chile, México, e em menor medida, Colômia, Peru e Venezuela) contribuem com menos de 0,1% do total de IDE naquele país. Isso representa um montante acumulado de apenas 70 a 80 milhões de dólares…

Qual o retrato da relação comercial entre entre a América Latina e a Ásia? Em 2009, o volume do comércio bilateral entre as duas regiões elevou-se a 120 bilhões de dólares. As exportações latino-americanas (largamente constituídas por matérias-primas e produtos primários) para a Ásia representavam um total de 103 bilhões de dólares, ou 15% do total de exportações da região. Por sua vez, o mercado norte-americano recebia 42% das exportações latino-americanas e a União Europeia, 14%.

Vale notar que a China absorve quase a metade das exportações latino-americanas para a Ásia. Segundo a Cepal, o Império do Meio poderá, tornar-se, já em 2014, o segundo mercado mais importante para as exportações da região, desbancando a União Europeia. No caso do Brasil, a Ásia converteu-se, já no primeiro semestre de 2012, no principal destino das exportações – 27,8% do total. A China, sozinha, importou no período 14,3% das vendas externas do país e se tornou seu principal parceiro comercial.

Como parte deste mesmo movimento, o perfil geral do comércio entre a América Latina e a Ásia modificou-se na última década. A China ultrapassou o Japão, como principal parceiro asiático dos países latino-americanos; e agora, os seis países membros da Associação das Nações do Sudeste da Ásia (Asean) [Filipinas, Indonésia, Malásia, Singapura, Tailândia e Vietnã] disputam com a Coreia do Sul o lugar de terceiro parceiro.

O comércio sino-latino-americano é marcado por sua natureza desequilibrada. Os países latino-americanos são essencialmente exportadores de produtos primários e matérias-primas de baixo valor agregado (soja, ferro, cobre, petróleo etc.), enquanto a China exporta seus produtos manufaturados (têxteis, papel, automóveis, produtos eletrônicos e tecnológicos etc.).

A China tornou-se um mercado de exportação chave para seis países: Argentina, Brasil, Chile, Costa Rica, Cuba e Peru. Entre 2005 e 2008, cinco países latino-americanos eram, sozinhos, responsáveis por 86% das exportações da região para a China: Brasil (33%), Chile (25%3), Argentina (12%), México (9%), Peru (7%).

Ao mesmo tempo, Argentina, Brasil, Chile, México, República Dominicana, Paraguai e Peru4 tornaram-se mais dependentes da China para suas importações. Entre 2000 e 2009, a parcela chinesa no total das importações argentinas passou de 4,6% para 12,4% (as importações provenientes dos Estados Unidos recuaram, no mesmo período, de 18,9% para 13,2% do total; e as europeias, de 23,5% para 16,8%). No Brasil, a tendência é a mesma: suas importações da China representam 15,2% das compras externas totais (eram 2,2% em 2000), enquanto que as importações provenientes dos Estados Unidos passaram de 23,3% para 14,5%. No México, apenas 2,2% do total importado vinha da China, em 2000; mas a taxa subiu para 13,9% em 2009. Ao mesmo tempo – e isso é histórico – a parcela das importações mexicanas provenientes dos Estados Unidos despencou de 71,2% para 48,1% e a da União Europeia, de 8,4% a 11,7%. Em valores, o México é o principal importador de produtos manufaturados chineses. Ela garante 48% do total de compras provenientes da China na região, seguida pelo Brasil (20%), Argentina e Chile (6% para cada um).

A nova estratégia de expansão da China na América Latina é facilitada pelas economias mais dinâmicas do subcontinente. Estas necessitam do mercado chinês para suas exportações de matérias-primas. É o caso especialmente da Argentina e do Brasil que, contrariamente ao México e aos Estados Unidos, reconheceram a China como “economia de mercado”.

A estratégia de Beijing baseia-se também na busca de assinatura de acordos de livre comércio. Entre 2006 e 2010, a China assinou três: com o Chile, o Peru e a Costa Rica. Os planos envolvem ainda estabelecimento de acordos de cooperação entre Estados, notadamente no setor petrolífero. Em 2009, o Banco de Desenvolvimento da China (BDC) abriu uma linha de crédito de 10 bilhões de dólares para a Petrobras, em troca da garantia de fornecimento de petróleo bruto. Além disso, a petroleira chinesa Sinopec adquiriu, em 2010, 40% do capital da filial brasileira da Repsol, a principal exploradora de petróleo espanhola. Ao mesmo tempo, China e Venezuela estabeleceram um Fundo de Desenvolvimento Comum que hoje alcança 12 bilhões de dólares. Os dois países estão igualmente ligados por um acordo que prevê uma troca de produtos chineses por petróleo venezuelano. O Equador firmou um contrato semelhante, envolvendo 1 bilhão de dólares.

A China tornou-se membro oficial do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), com objetivo de converter a instituição num grande instrumento da cooperação financeira sino-latino-americana. Beijing também é parte do Banco de Desenvolvimento do Caribe (BDC).

Enfim, as autoridades chinesas contam com uma política diplomática ofensiva e dispõem de 21 embaixadas e seis consulados na região. Somente 15 desses 21 países dispõem de representação diplomática na China.

O relatório da Cepal conclui: “a taxa de crescimento econômico elevada (na China) e o processo de reconversão industrial das regiões rurais do país engendram um aumento da necessidade de infraestrutura e energia, assim como de alimentos. Essa situação é um poderoso motivo de aproximação com os países latino-americanos exportadores de recursos naturais. A China tem, igualmente, necessidade de assegurar o livre acesso de suas exportações na região e de ser aí reconhecida como “economia de mercado” (…). Nesse quadro, ela deve abrir um espaço para a assinatura de acordos comerciais na América Latina, a fim de garantir acesso preferencial a seus produtos nesse mercado. E isso de maneira a não perder em competitividade face aos produtos norte-americanos – resultado de acordos de livre comércio bilateral assinados por esses últimos na região – ou europeus, antecipando negociações da União Europeia com o Mercosul e a Comunidade Andina de Nações (CAN).”

Na reconfiguração constante do comércio internacional, em meio à globalização econômica e financeira, o comércio entre países do chamado Sul Global intensifica-se e representa parte cada vez mais significativa das trocas comerciais no planeta. O comércio Sul-Sul representava 6% do comércio internacional em 1985, para alcançar 24% em 2010. Desse total, 85% das trocas ocorrem entre os próprios países asiáticos, ou entre eles e outros países do Sul.

Embora participe desse importante movimento global, a América Latina continua largamente prisioneira de uma integração à economia internacional pelo aumento da “primarização” de sua economia. Sua relação com a China confirma essa tendência.

Philip Crosby Associates.

It took a worldwide revolution to change the way people and organizations approach quality - delivering remarkable success to those that made a commitment to getting things right the first time. Philip Crosby Associates was at the center of that transformation and we are here again today.
At Philip Crosby Associates, we offer a fresh perspective. We challenge the conventional wisdom of how quality is being applied across the business and the organization. Our effort is collaborative - our success is mutual. Together we discover what it takes for each client company to make the commitment and take the actions needed to attain its goals.
For almost three decades, Philip Crosby Associates has helped people across industries, functional levels and global cultures choose quality to produce dramatic results for their businesses. The experience we have gained by working with thousands of organizations continues to inform and strengthen our approach. We have shown, time and again, the right relationships between companies, their people, and their customers yield measurable and long-lasting results.
Today, we have raised the bar on quality again. As companies reexamine their organizations and their customer relationships, we engage business leaders in a new dialogue. We understand a sustainable culture of quality does not come easy. However, the journey and the results are invaluable. Our clients are able to rely on quality as a competitive differentiator and a fundamental lever for their teams to take pride in how they perform their work every day.
Let us know if we can help your organization transform its business by placing quality at the core of your success.

http://www.philipcrosby.com/pca/index.html

Baldrige.com

Baldrige.com offers insights and information on the Baldrige model as an archetype for performance excellence for many country awards. Our site strives to provide you with the most relevant and pertinent information to better your organization and achieve improved competitiveness and business results using the Baldrige model.
Our founder, Dr. Joseph M. Juran, was a vocal advocate for the Malcolm Baldrige National Quality Award program. Prior to the passage of the congressional act that created the Baldrige Award in 1987, he testified in front of Congress on behalf of creating the award to help bring the focus of quality to the United States. Dr. Juran was also one of the original overseers of the Baldrige Award process, and many Juran staff members have participated in the roles of Judges, Senior Examiners, and Examiners. Today we are a partner and sponsor of many awards around the globe.

http://www.juran.com/publications/

ASQ Section 1515 Free Plant Tour of Florida Power and Light's (FPL's) West County Energy Center 24-Jun-13 10:00 to 24-Jun-13 12:00

ASQ 1515 Free Plant Tour of Florida Power and Light's (FPL's) West County Energy Center http://www.fpl.com/environment/plant/west_county.shtml Initially commissioned in 2009, this Power Plant is one of the newest, most efficient and environmentally responsible in the southeast region of the United States. It's newest units were added in 2011, increasing its total capacity to 3,800 megawatts, making it the largest natural gas generating facility in North America. It's generation is enough to power approximately 3.5 million homes. FPL currently has 4.5 million customers in 35 counties. Customer demand will drive the need for FPL to produce more power over the next decade, even with the aggressive addition of renewable energy resources and energy conservation. Hypothetically, even if there was no growth over the next decade in the state, Florida still needs additional fuel diversity, system reliability, greenhouse gas emissions reduction, and energy independence that will come in large part from Next Generation Clean Energy Centers like the West County Energy Center. Using efficient, environmentally protective combined-cycle technology West County Energy Center consists of three new, state-of-the-art, natural-gas-fired combined-cycle generating units at a 220-acre site in western Palm Beach County. All three units are safe, clean, efficient, reliable and cost-effective sources of power. And, in keeping with our commitment to environmental stewardship, each unit is equipped with the best available and most advanced emission-control equipment. We have ensured that this plant represents the very best of environmental and economic considerations. Highlights of the plant • This plant is the cleanest of its type in Florida and one of the cleanest of its kind in the nation. • Each unit features clean-burning natural gas combined-cycle power plant technology. • The plant is being built on a site designated by Palm Beach County for power plant development. • All three units will be able to produce approximately 1,250 megawatts of power each. That’s enough electricity produced by each unit to serve approximately 250,000 homes and businesses each. • Units 1 and 2 began serving customers in August 2009 and November 2009, respectively, and Unit 3 began serving customers in June 2011. • The plant will use reclaimed water as its primary water source for all three units starting in early 2011. Until then, Units 1 and 2 will use the Floridan Aquifer as the primary water source. • The plant is located near existing power transmission lines needed to move electricity from the plant to growing communities.
Web site: http://www.asqpalmbeach.org/
Event Location
FPL's West County Energy Center; 20505 Southern Blvd
Loxahatchee, FL
UNITED STATES
Contact Information
Name: Gary Stark
Phone: (242) 368-2188 ext 6138
E-mail: garystark@sprintmail.com
All dates, locations, times and activities are subject to change.