Se os parlamentares não gostaram do relatório do senador Eduardo Braga à Medida Provisória (MP) 595/2012, conforme matéria do nosso editor Bruno Merlin, os sindicatos e as federações nacionais dos portuários (FNP), estivadores (FNE) e demais avulsos (Fenccovib) consideram positivo o texto do peemedebista. Se antes os portuários falavam até em greve, hoje se dizem satisfeitos. Apesar disso, a discussão e votação da matéria não será tranquila, tem ainda, nesse mar, a maior federação industrial do País, a Fiesp, que, ao contrário do que dizia há 20 anos, hoje acredita que a solução do setor portuário nacional passa pela centralização de poder e decisão em Brasília.
Nas palavras do presidente do Sindicato dos Operários Portuários de Santos e região (Sintraport), Robson de Lima Apolinário, o documento garante o que foi acordado entre o governo e os trabalhadores. “O governo se comprometeu com os portuários e cumpriu o acordo. O relatório do senador Eduardo Braga contempla nossas proposituras. Temos o compromisso dele e da Casa Civil de que a presidente Dilma não vetará o que ficou acertado com os sindicatos e federações.”
Segundo ele, questões como a aposentadoria especial não entraram no relatório, mas serão debatidas posteriormente, durante a regulamentação da lei em que se transformará a medida provisória. “Por isso, continuamos unidos, atentos e mobilizados”, observa.
domingo, 21 de abril de 2013
Exportações em queda no primeiro trimestre.
Nos primeiros três meses do ano, as exportações do Rio Grande do Sul acumularam US$ 3,5 bilhões. Em relação ao mesmo período do ano anterior, houve um decréscimo de US$ 275,0 milhões. A variação do volume das exportações do Estado foi negativa (-11,5%) e bem abaixo da observada em nível nacional (-5,0%). Os preços, no Estado, por sua vez, apresentaram uma evolução superior (4,9%) à nacional (-2,8%). Como consequência desses resultados, o valor exportado pelo Estado registrou uma evolução, embora negativa, superior (-7,2%) à observada no País (-7,7%). Esse desempenho colocou o Estado em quarto lugar entre os maiores estados exportadores — abaixo de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro —, representando 6,94% das exportações nacionais (Tabela 2).
As exportações da indústria de transformação registraram queda de US$ 433,0 milhões no acumulado do ano (reduções de 13,0% em valor e 15,2% em volume, com um crescimento de 2,6% em preços), enquanto as exportações agropecuárias aumentaram em US$ 140,9 milhões (34,0% em valor, 10,3% em volume e 22,3% em preços) — Tabela 7. Dentre os principais produtos exportados pela agropecuária, destacam-se os aumentos de US$ 156,7 milhões das vendas de grãos de milho (1.232,2% em valor, 1.081,7% em volume e 12,7% em preços) e de US$ 68,5 milhões das exportações de trigo (30,3% em valor, 7,9% em volume e 20,8% em preços) — Tabela 8.
Na indústria de transformação (Tabela 9), salientam-se os decréscimos de US$ 247,9 milhões das exportações do setor de alimentos e bebidas (-23,6% em valor, -34,1% em volume e 15,9% em preços), de US$ 178,1 milhões de máquinas e equipamentos (-38,9% em valor, -37,2% em volume e -2,7% em preços) e de US$ 77,6 milhões de fumo (-21,2% em valor, -20,9% em volume e -0,5% em preços). No setor de alimentos e bebidas, destacam-se as reduções de US$ 107,3 milhões das exportações de farelo de soja, de US$ 93,6 milhões de óleo de soja e de US$ 49,1 milhões de arroz. Destaca-se, positivamente, para o desempenho da indústria de transformação, o aumento de US$ 109,9 milhões das vendas de derivados do petróleo (1.145,5% em valor, 1.175,7% em volume e -2,4% em preços).
No que diz respeito aos principais destinos das exportações do Estado (Tabela 10), destacam-se, no acumulado do ano, as reduções de US$ 105,4 milhões para a China (-50,2%), de US$ 85,9 milhões das vendas para a Holanda (-42,1%), de US$ 66,7 milhões para a Argentina (-16,6%) e de US$ 42,4 milhões para os Emirados Árabes Unidos (-45,2%). Como destaques positivos, registram-se os crescimentos de US$ 94,6 milhões para o Paraguai (84,7%) e de US$ 60,2 milhões para Taiwan (1.492,9%).
No resultado mensal, as exportações alcançaram um valor de US$ 1,4 bilhão, que representou uma redução de US$ 8,7 milhões (0,6% em valor, -1,8% em volume e 2,5% em preços) em relação ao mesmo mês do ano anterior. No País, houve uma redução de US$ 1,6 bilhão (-7,6% em valor, -4,4% em volume e -3,3% em preços). Assim como no primeiro triênio do ano, também no mês o Estado ocupou a quarta posição nas exportações nacionais — abaixo de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais — com uma participação de 7,3%. Destaca-se, no mês, a queda, em relação a junho do ano anterior, das exportações da indústria de transformação (menos US$ 84,7 milhões), com destaque negativo para os setores de máquinas e equipamentos (menos US$ 96,3 milhões), alimentos e bebidas (menos US$ 58,7 milhões) e fumo (menos US$ 45,7 milhões) e com destaque positivo para derivados de petróleo (US$ 117,0 milhões). A agropecuária registrou um acréscimo de US$ 96,6 milhões, com destaque para o aumento das exportações de milho em grão (US$ 120,7 milhões). Considerando-se os países de destino, destacam-se as reduções de US$ 92,6 milhões para a Holanda (-69,5%), de US$ 57,5 milhões para a China (-66,9%) e de US$ 47,2 milhões para os Emirados Árabes Unidos. Como destaques positivos apontam-se os crescimentos de US$ 97,9 milhões para o Paraguai (347,0%) e de US$ 59,4 milhões para Taiwan (3.795,1%) (Tabela 1, Tabela 4, Tabela 5e Tabela 6).
As exportações da indústria de transformação registraram queda de US$ 433,0 milhões no acumulado do ano (reduções de 13,0% em valor e 15,2% em volume, com um crescimento de 2,6% em preços), enquanto as exportações agropecuárias aumentaram em US$ 140,9 milhões (34,0% em valor, 10,3% em volume e 22,3% em preços) — Tabela 7. Dentre os principais produtos exportados pela agropecuária, destacam-se os aumentos de US$ 156,7 milhões das vendas de grãos de milho (1.232,2% em valor, 1.081,7% em volume e 12,7% em preços) e de US$ 68,5 milhões das exportações de trigo (30,3% em valor, 7,9% em volume e 20,8% em preços) — Tabela 8.
Na indústria de transformação (Tabela 9), salientam-se os decréscimos de US$ 247,9 milhões das exportações do setor de alimentos e bebidas (-23,6% em valor, -34,1% em volume e 15,9% em preços), de US$ 178,1 milhões de máquinas e equipamentos (-38,9% em valor, -37,2% em volume e -2,7% em preços) e de US$ 77,6 milhões de fumo (-21,2% em valor, -20,9% em volume e -0,5% em preços). No setor de alimentos e bebidas, destacam-se as reduções de US$ 107,3 milhões das exportações de farelo de soja, de US$ 93,6 milhões de óleo de soja e de US$ 49,1 milhões de arroz. Destaca-se, positivamente, para o desempenho da indústria de transformação, o aumento de US$ 109,9 milhões das vendas de derivados do petróleo (1.145,5% em valor, 1.175,7% em volume e -2,4% em preços).
No que diz respeito aos principais destinos das exportações do Estado (Tabela 10), destacam-se, no acumulado do ano, as reduções de US$ 105,4 milhões para a China (-50,2%), de US$ 85,9 milhões das vendas para a Holanda (-42,1%), de US$ 66,7 milhões para a Argentina (-16,6%) e de US$ 42,4 milhões para os Emirados Árabes Unidos (-45,2%). Como destaques positivos, registram-se os crescimentos de US$ 94,6 milhões para o Paraguai (84,7%) e de US$ 60,2 milhões para Taiwan (1.492,9%).
No resultado mensal, as exportações alcançaram um valor de US$ 1,4 bilhão, que representou uma redução de US$ 8,7 milhões (0,6% em valor, -1,8% em volume e 2,5% em preços) em relação ao mesmo mês do ano anterior. No País, houve uma redução de US$ 1,6 bilhão (-7,6% em valor, -4,4% em volume e -3,3% em preços). Assim como no primeiro triênio do ano, também no mês o Estado ocupou a quarta posição nas exportações nacionais — abaixo de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais — com uma participação de 7,3%. Destaca-se, no mês, a queda, em relação a junho do ano anterior, das exportações da indústria de transformação (menos US$ 84,7 milhões), com destaque negativo para os setores de máquinas e equipamentos (menos US$ 96,3 milhões), alimentos e bebidas (menos US$ 58,7 milhões) e fumo (menos US$ 45,7 milhões) e com destaque positivo para derivados de petróleo (US$ 117,0 milhões). A agropecuária registrou um acréscimo de US$ 96,6 milhões, com destaque para o aumento das exportações de milho em grão (US$ 120,7 milhões). Considerando-se os países de destino, destacam-se as reduções de US$ 92,6 milhões para a Holanda (-69,5%), de US$ 57,5 milhões para a China (-66,9%) e de US$ 47,2 milhões para os Emirados Árabes Unidos. Como destaques positivos apontam-se os crescimentos de US$ 97,9 milhões para o Paraguai (347,0%) e de US$ 59,4 milhões para Taiwan (3.795,1%) (Tabela 1, Tabela 4, Tabela 5e Tabela 6).
FEE/Centro de Informações Estatísticas/Núcleo de Produtos Estatísticos ver tabelas.
FEE projeta recuperação do PIB do Estado em 2013.
A Fundação de Economia e Estatística (FEE) projeta para 2013 a recuperação do recuo do Produto Interno Bruto (PIB) do Rio Grande do Sul, verificado em 2012.
Na manhã desta segunda-feira, 11, a Fundação divulgou os números do quarto trimestre do ano passado, que confirmam a retração do PIB total do Estado em 2012. Mesmo com o crescimento de 2,7% na agropecuária e de 2,2% nos serviços nos últimos três meses do ano, o PIB apresentou uma queda de 0,7% no período.
No ano, conforme já indicavam as previsões, a economia do Estado reduziu -1,8% em comparação ao ano anterior, totalizando uma produtividade de R$ 296,34 milhões.
De acordo com o economista da FEE, Martinho Lazzari, a queda do último trimestre foi menor do que o esperado: “já indica uma projeção de recuperação para este ano”, destacou.
O crescimento do setor de serviços, consolidado ao longo do ano, foi superior ao do Brasil em 2012: expansão de 2,6% no Estado, - puxada principalmente pelos transportes (4,3%), administração pública (3,7%) e aluguéis (2,5%)-, enquanto no país o setor cresceu 1,7% no ano. O desempenho mais negativo no último trimestre foi o da Indústria, que caiu -5,6%, acumulando queda de -2,3% no ano.
Em relação à participação do Estado no PIB brasileiro, Lazzari explicou que os efeitos da estiagem não apresentaram impacto significativo. “ Embora a estiagem tenha sido bastante severa, o valor dos produtos agropecuários e o setor dos serviços continuaram valorizados, o que fez com que tivéssemos uma pequena queda, mas não tão grande como se imaginava”. A participação do PIB do Rio Grande do Sul em relação ao PIB brasileiro em 2012 ficou em 6,73%, enquanto em 2011 - com crescimento de 5,6% na economia do Estado - foi de 6,77%.
Segundo os economistas da FEE, a retração na agropecuária e na indústria explica o fechamento de um PIB no Estado inferior ao do Brasil, que apresentou crescimento de 0,9% em 2012. Enquanto no RS a agropecuária caiu -27,6% no ano, no Brasil o recuo foi de -2,3%. Na indústria, os números ficaram em -2,3% no RS e 0,8% no Brasil.
PERSPECTIVA
O presidente da FEE, Adalmir Marquetti, ressalta que os números finais indicam uma confirmação da perspectiva negativa que se tinha em função da estiagem, mas também demonstram boas possibilidades para este ano.
“Mesmo com uma das mais sérias estiagens dos últimos anos, não tivemos uma perda tão grande em relação aos estados brasileiros. Tudo indica que a recuperação da safra resulte em crescimento da economia gaúcha em números superiores à do país em 2013”, projeta Marquetti.
Na manhã desta segunda-feira, 11, a Fundação divulgou os números do quarto trimestre do ano passado, que confirmam a retração do PIB total do Estado em 2012. Mesmo com o crescimento de 2,7% na agropecuária e de 2,2% nos serviços nos últimos três meses do ano, o PIB apresentou uma queda de 0,7% no período.
No ano, conforme já indicavam as previsões, a economia do Estado reduziu -1,8% em comparação ao ano anterior, totalizando uma produtividade de R$ 296,34 milhões.
De acordo com o economista da FEE, Martinho Lazzari, a queda do último trimestre foi menor do que o esperado: “já indica uma projeção de recuperação para este ano”, destacou.
O crescimento do setor de serviços, consolidado ao longo do ano, foi superior ao do Brasil em 2012: expansão de 2,6% no Estado, - puxada principalmente pelos transportes (4,3%), administração pública (3,7%) e aluguéis (2,5%)-, enquanto no país o setor cresceu 1,7% no ano. O desempenho mais negativo no último trimestre foi o da Indústria, que caiu -5,6%, acumulando queda de -2,3% no ano.
Em relação à participação do Estado no PIB brasileiro, Lazzari explicou que os efeitos da estiagem não apresentaram impacto significativo. “ Embora a estiagem tenha sido bastante severa, o valor dos produtos agropecuários e o setor dos serviços continuaram valorizados, o que fez com que tivéssemos uma pequena queda, mas não tão grande como se imaginava”. A participação do PIB do Rio Grande do Sul em relação ao PIB brasileiro em 2012 ficou em 6,73%, enquanto em 2011 - com crescimento de 5,6% na economia do Estado - foi de 6,77%.
Segundo os economistas da FEE, a retração na agropecuária e na indústria explica o fechamento de um PIB no Estado inferior ao do Brasil, que apresentou crescimento de 0,9% em 2012. Enquanto no RS a agropecuária caiu -27,6% no ano, no Brasil o recuo foi de -2,3%. Na indústria, os números ficaram em -2,3% no RS e 0,8% no Brasil.
PERSPECTIVA
O presidente da FEE, Adalmir Marquetti, ressalta que os números finais indicam uma confirmação da perspectiva negativa que se tinha em função da estiagem, mas também demonstram boas possibilidades para este ano.
“Mesmo com uma das mais sérias estiagens dos últimos anos, não tivemos uma perda tão grande em relação aos estados brasileiros. Tudo indica que a recuperação da safra resulte em crescimento da economia gaúcha em números superiores à do país em 2013”, projeta Marquetti.
Depois da Mu-Mu, Vonpar anuncia a compra da Neugebauer.
Na manhã desta terça-feira, dia 5, será realizado o anúncio oficial da venda da Neugebauer para o grupo Vonpar. A Neugebauer pertencia à Florestal, de Lajeado. A Vonpar revende Coca Cola, representa a Femsa, e há menos de um mês comprou a Mu-Mu, de Porto Alegre.
A Vonpar adquire a quinta maior fábrica de chocolates do Brasil, a maior genuinamente brasileira, a Neugebauer. Adquirida em 2002 da Parmalat pela Florestal Alimentos, a divisão de chocolates foi negociada para o maior distribuidor Coca-Cola do Estado, que recentemente adquiriu a fábrica de balas Wallerius, de Arroio do Meio, e a Doces Mu-Mu de Viamão. Os valores e condições não estão sendo revelados.
A venda da unidade de chocolates seria a maneira encontrada para resolver o problema acionário da Florestal. Os sócios minoritários Nestor Heineck e o espólio da família de Paulo Heineck, representado pelo filho Paulo Ricardo Heineck, sairiam da organização, e Claudir Weiand ficaria como proprietário da Florestal Alimentos S.A.
A Neugebauer, fundada em 1891, tem 500 funcionários em Porto Alegre e faturamento anual de R$ 100 milhões. A estratégia do presidente da Vonpar, Ricardo Vontobel, é usar a logística que já possui para incorporar aos seus negócios um decisivo braço na área de doces (Mu-Mu), balas (Wallerius) e chocolates (Neugebauer).
A direção da Florestal prefere não se manifestar sobre o assunto antes do anúncio oficial. A Vonpar distribuiu nota na semana passada confirmando a existência de negociações sobre a compra da Neugebauer. O Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Panificação de Porto Alegre, ao qual estão vinculados os trabalhadores da Neugebauer, confirmam a transação entre as duas empresas.
A Vonpar adquire a quinta maior fábrica de chocolates do Brasil, a maior genuinamente brasileira, a Neugebauer. Adquirida em 2002 da Parmalat pela Florestal Alimentos, a divisão de chocolates foi negociada para o maior distribuidor Coca-Cola do Estado, que recentemente adquiriu a fábrica de balas Wallerius, de Arroio do Meio, e a Doces Mu-Mu de Viamão. Os valores e condições não estão sendo revelados.
A venda da unidade de chocolates seria a maneira encontrada para resolver o problema acionário da Florestal. Os sócios minoritários Nestor Heineck e o espólio da família de Paulo Heineck, representado pelo filho Paulo Ricardo Heineck, sairiam da organização, e Claudir Weiand ficaria como proprietário da Florestal Alimentos S.A.
A Neugebauer, fundada em 1891, tem 500 funcionários em Porto Alegre e faturamento anual de R$ 100 milhões. A estratégia do presidente da Vonpar, Ricardo Vontobel, é usar a logística que já possui para incorporar aos seus negócios um decisivo braço na área de doces (Mu-Mu), balas (Wallerius) e chocolates (Neugebauer).
A direção da Florestal prefere não se manifestar sobre o assunto antes do anúncio oficial. A Vonpar distribuiu nota na semana passada confirmando a existência de negociações sobre a compra da Neugebauer. O Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Panificação de Porto Alegre, ao qual estão vinculados os trabalhadores da Neugebauer, confirmam a transação entre as duas empresas.
Logística Humanitária.
Logística Humanitária engloba uma ampla gama de atividades relacionadas à preparação, resposta e recuperação de desastres naturais e provocados pelo homem, bem como as crises humanitárias em curso, devido à guerra, fome e doenças infecciosas.
Nas organizações humanitárias, ineficiências em preparação, resposta, ou de recuperação pode resultar em conseqüências não intencionais, incluindo a perda de vidas. Estes logística desafiadoras e problemas de gestão da cadeia de suprimentos requer conhecimento e treinamento específico para uma ação efetiva em operações humanitárias.
Nas organizações humanitárias, ineficiências em preparação, resposta, ou de recuperação pode resultar em conseqüências não intencionais, incluindo a perda de vidas. Estes logística desafiadoras e problemas de gestão da cadeia de suprimentos requer conhecimento e treinamento específico para uma ação efetiva em operações humanitárias.
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Demanda por transporte aéreo doméstico cresce 1,14% em março
De acordo com a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), a demanda pelo transporte aéreo doméstico de passageiros voltou a crescer no mês de março de 2013. No período, houve um aumento de 1,14%, em comparação com o terceiro mês de 2012. No acumulado do primeiro trimestre, a demanda teve queda de 1,19% em relação ao ano passado.
A oferta doméstica diminuiu 5,97% em março deste ano, se comparada ao mesmo período de 2012. A redução ocorre desde setembro do ano passado, e teve início após oito anos e cinco meses consecutivos de crescimento. A oferta doméstica também caiu no acumulado de janeiro a março deste ano, apresentando queda de 7,78%.
A Avianca e Azul destacaram-se entre as principais empresas brasileiras ao apresentar as maiores taxas de crescimento da demanda em março de 2013, e m relação ao mesmo mês de 2012, com índices de 30,37% e 29,00%, respectivamente. O Grupo Tam obteve crescimento de 3,76% no mesmo período, se comparado com o ano anterior. A Gol também registrou crescimento, de 6,34%.
Em relação à participação de mercado, a Tam e a Gol lideraram o segmento doméstico em março de 2013, com participação de 39,26% e de 36,19%, respectivamente. Já os dados acumulados do primeiro trimestre de 2013 mostram que a participação das duas empresas alcançou 76,07%: 41,26% para o Grupo Tam e 34,81% para a Gol.
A oferta doméstica diminuiu 5,97% em março deste ano, se comparada ao mesmo período de 2012. A redução ocorre desde setembro do ano passado, e teve início após oito anos e cinco meses consecutivos de crescimento. A oferta doméstica também caiu no acumulado de janeiro a março deste ano, apresentando queda de 7,78%.
A Avianca e Azul destacaram-se entre as principais empresas brasileiras ao apresentar as maiores taxas de crescimento da demanda em março de 2013, e m relação ao mesmo mês de 2012, com índices de 30,37% e 29,00%, respectivamente. O Grupo Tam obteve crescimento de 3,76% no mesmo período, se comparado com o ano anterior. A Gol também registrou crescimento, de 6,34%.
Em relação à participação de mercado, a Tam e a Gol lideraram o segmento doméstico em março de 2013, com participação de 39,26% e de 36,19%, respectivamente. Já os dados acumulados do primeiro trimestre de 2013 mostram que a participação das duas empresas alcançou 76,07%: 41,26% para o Grupo Tam e 34,81% para a Gol.
Fonte: Transportabrasil
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