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domingo, 10 de novembro de 2013

DVA Log inaugura moderno centro logístico em Sumaré.

Com a inauguração de um moderno centro logístico, situado na cidade de Sumaré, a 120 quilômetros da capital de São Paulo, com capacidade para oito mil posições palete a DVA Log se coloca como um importante fornecedor de serviços do denominado segmento de operadores logísticos integrados.

O Centro de Distribuição de Sumaré tem características que atendem os mais avançados padrões de exigências; um pé direito de 12 metros de altura, sistema de iluminação voltado à sustentabilidade, modernas salas para reuniões corporativas, auditório para 50 pessoas, além de oferecer aos seus clientes área de escritório que podem ser customizados, de acordo com suas necessidades.

O centro logístico conta com autorização para atuar em diversos segmentos de mercado, tais como: medicamentos, correlatos, químicos, saneantes e produtos veterinários. A equipe de desenvolvimento de novos negócios da DVA Log está preparada para tramitar e obter, em prazos bastante rápidos, a adaptação do centro logístico para operar com qualquer outro segmento da atividade.

Todo o processo logístico é monitorado por um sistema de gerenciamento de armazém Alcis que permite controle por lote, validade, serial number, além de possibilitar o controle fracionamento dos volumes, garantindo assim um perfeito controle e rastreamento de todo o processo.

Utilize corretamente o transporte rodoviário de cargas.

Já que este é e será ainda por muito tempo o modal mais utilizado, que o façamos da maneira mais adequada possível.
Sabemos de longa data que o TRC (transporte rodoviário de cargas) é o modal mais utilizado no País, principalmente devido a boa disponibilidade (apesar de parte da frota estar obsoleta) e mobilidade (porta-a-porta), embora tenha o custo elevado se comparado a outros modais e as más condições de parte das estradas.

Bem, já que temos que aceitar por muito tempo a liderança deste modal, pelo menos que o façamos da maneira mais correta possível.

Neste contexto relacionamos os principais tópicos que devem ser avaliados:

1 Composição de custos - É importante que o embarcador tenha uma boa noção da formação dos preços e se prepare para discutir tecnicamente com o transportador:

- É solicitada ao transportador ou pesquisada alguma outra fonte para se ter ideia do percentual que representa cada item da composição de custos de transportes?

- Ao contratar é definido o valor mínimo e máximo que deveria ser pago?

- É avaliado o impacto da idade e condições do veículo no custo total?

2 Qualidade dos serviços - no ímpeto de reduzir custos podemos estar deixando de lado a qualidade ou segurança:

- Os indicadores de qualidade de serviços e reclamações dos clientes quanto a entrega são avaliados periodicamente?

- Desde o início das negociações está caracterizada a meta para a relação entre custo e benefícios (nível de serviço) desejada?

3 Produtividade - alguns fatores geram impacto nos custos e devem ser avaliados:

- A ocupação do veículo (peso, volume, e valor do material transportado), pois gera economia para o embarcador;

- O aproveitamento do veículo (relação entre o tempo em trânsito e o disponível), pois o tempo de espera (filas) impacta diretamente sobre o custo fixo e o transportador “considera” no preço.

4 Gerenciamento de riscos - entenda bem este item, pois normalmente não é destacado na planilha de custos:

- Escolta, consulta a cadastro de motoristas e ajudantes estão considerados?

- O rastreamento está incluso e qual a periodicidade do envio das informações?

- O seguro da carga tem limites razoáveis e em que condições é necessária a escolta ou o rastreamento?

5 Tecnologia da informação - existem softwares para apoiar a gestão de transportes, conhecidos no mercado como TMS (“transportation management system”, sistema de gerenciamento de transportes), composto pelos seguintes módulos:

- Rastreador: é normalmente usado para segurança, porém também serve para o controle logístico;

- Roteirizador: otimiza as distâncias a percorrer e a ocupação dos veículos (peso, volume e valor);

- Controle que para o embarcador serve para verificar as cobranças emitidas pelo transportador.

6 Infra-estrutura - o estado de conservação das estradas é um fator que gera impacto nos custos e na qualidade de serviços nos transportes:

- É considerado quando avaliamos custos de manutenção, consumo de combustível e de pneus?

- É considerado quando avaliamos a qualidade de serviço (avarias e prazo de entrega)?

7 Seleção da transportadora - se você não quer simplesmente fazer um leilão (só preços) considere:

- Compartilhar com a transportadora os seus planos (volumes, origens, destinos, etc) e principalmente o que se espera dela;

- Na proposta técnica solicitar a capacitação (instalações, equipamentos, TI, RH, etc), principais clientes e situação financeira;

- Para a proposta comercial definir o modelo (carga fracionada ou fechada, paletizada ou estivada, etc), a forma de pagamento (peso, volume, distância por faixas ou estados, percentual sobre o valor, etc) e os componentes do frete (tabela, ad-valorem, escolta, CTRC, etc);

- Sumarizar e classificar.

8 Contratação - após a fase de seleção defina três finalistas :

- Equalize cada proposta técnica e comercial e solicite uma revisão final;

- Contate os clientes indicados e as demais referências;

- Defina os indicadores que irão servir como base para a avaliação;

- Apenas nesta fase inicie as negociações;

- Ao assinar o contrato não se iluda, os problemas apenas começaram.

9 Indicadores de desempenho - é através deles que iremos avaliar o desempenho, corrigir desvios e melhorar continuamente:

- Cada um dos indicadores é claramente definido (fontes, fórmulas, periodicidade, responsável, circulação, etc)?

- O transportador sabe como e quando será avaliado e o que se espera dele?

10 Redução de custos - bem, vamos tentar evitar cometer grandes equívocos. Como?

- Entenda a planilha de custos e nunca se esqueça da qualidade dos serviços;

- A conclusão da negociação deve ficar para a última fase.
Conclusão:
Caros leitores, eu ficaria muito feliz se lembrassem de avaliar, mesmo que superficialmente, estas dicas, pois seria muito bom para o embarcador e certamente o transportador iria agradecer.
Antonio Carlos da Silva Rezende

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Detran/RS abre inscrições para candidatos à Carteira de Habilitação Social.



A partir desta quarta-feira (6), os candidatos interessados em concorrer a uma vaga para o programa CNH Social poderão inscrever-se em um dos 274 Centros de Formação de Condutores (CFCs) credenciados ao Detran/RS. As inscrições vão até o dia 29 de novembro, e o sorteio será realizado em 11 de dezembro. O objetivo do Governo do Estado é oferecer à população de baixa renda mais e melhores oportunidades no mercado de trabalho. Em 2013, serão 7 mil serviços de 1ª habilitação, adição e mudança de categoria.

O edital de inscrições para o programa da CNH Social, criado pela Lei Estadual 14.029/ 2012, foi assinado pelo presidente do Detran/RS, Leonardo Kauer, em evento nesta terça-feira (5), com a presença do chefe da Casa Civil, Carlos Pestana, e do secretário de Administração e Recursos Humanos, Alessandro Barcellos.

O Decreto 50.749, que regulamenta o programa da CNH Social, estabelece as regras para acessar o programa. O beneficiário poderá obter a primeira habilitação, adicionar ou mudar de categoria. Com a adição ou mudança de categoria, quem tem habilitação para automóvel pode acrescentar habilitação para moto, por exemplo, ou mudar para as categorias de transporte de cargas ou passageiros.

As pessoas beneficiadas pelo programa estarão isentas do pagamento de todas as taxas para os serviços de habilitação, dos exames médicos e psicológicos, do curso teórico-técnico, do curso prático de direção veicular e locação de veículos, e também dos exames teórico e prático. Candidatos reprovados nos exames poderão refazê-los uma única vez, sem ônus, garantido um acréscimo de oito aulas práticas aos reprovados no exame prático.

Poderão requerer o benefício candidatos maiores de 18 anos, residentes no Estado há pelo menos dois anos, com renda familiar mensal de até três salários mínimos (ou de até dois salários mínimos para desempregados há mais de dois anos). Também é preciso estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, que é realizado pelas prefeituras. Quinze por cento das vagas serão destinadas à população negra e 50% das vagas de mudança de categoria para mulheres.

A reserva de vagas busca promover a igualdade de acesso aos postos de trabalho. O percentual de 15% corresponde à representação de negros e pardos na população gaúcha e leva em conta a diferença entre o rendimento médio e a qualidade da ocupação dessa população, detectada em pesquisa do Dieese.

Já as cotas de gênero se justificam, principalmente, pela maior dificuldade das mulheres na inserção no mercado de trabalho, evidenciada pelos índices de desemprego, pela qualidade das ocupações e diferença na remuneração, e ainda porque os homens representam mais de 95% dos condutores nas categorias de veículos de grande porte.

Não poderão participar da seleção aqueles que já estejam com serviço de habilitação aberto no Detran/RS, nem quem tenha cometido crimes na condução de veículo ou quem teve a CNH ou a Permissão para Dirigir cassada ou suspensa.

Texto: Alana Bauer Lacerda
Foto: Claudio Fachel/Palácio Piratini
Edição: Redação Secom (51) 3210.4305

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Sessão de autógrafos na 59ª Feira do Livro.

A professora da Ulbra, Dalva Santana, estará autografando na próxima sexta-feira, às 17h, do dia 08 de novembro, o livro “Logística: Uma Abordagem Conceitual e Prática de Suprimento, Produção, Distribuição e Logística Reversa”, apoiado pelo SETCERGS.
A sessão acontecerá na Praça de Autógrafos, da 59ª Feira do Livro de Porto Alegre, junto com os demais autores da obra literária da Editora Ulbra.
Maiores informações pelo fone (51) 3477-9118.

Manifesto Eletrônico será obrigatório a partir de 1º de janeiro de 2014.

As empresas de transporte de cargas fracionadas – aquelas cujo caminhão realiza o transporte com cargas de dois ou mais clientes simultaneamente – devem aproveitar até o final de 2013 para se adequarem à nova exigência fiscal, o MDF-e (Manifesto Eletrônico).

O documento, que passa a ser obrigatório a partir do dia 1º de janeiro de 2014, tem como principal finalidade substituir o formulário Modelo 25, facilitando o registro em lote de informações fiscais em trânsito e apressando a identificação das unidades de carga, além de demais características do transporte durante as vistorias nos postos fiscais.

Apesar de a tecnologia prometer trazer fluidez nos procedimentos, o Manifesto Eletrônico vai exigir das empresas de transportes algum investimento em adequação e conhecimento dos novos procedimentos. Por isso, vale a pena ficar atento.

“O MDF-e gerará um alto custo para as empresas, praticamente dobrando o gasto com emissão fiscal”, pontua Adauto Bentivegna Filho, advogado especialista em transportes.

Segundo ele, a empresa já é obrigada a emitir o Conhecimento Eletrônico, e por isso a obrigatoriedade da emissão do manifesto de carga pode tornar o procedimento fiscal ainda mais burocrático.

“Vale ressaltar que, caso seja descumprida a norma, haverá aplicação de multa. Se a fiscalização pegar a transportadora sem esse manifesto, vai reter o veículo desacompanhado da documentação exigida, vai multar a transportadora e também o cliente da empresa”, avisa.

Dez dicas para economizar combustível e reduzir emissões de poluentes.

Ao pegar o veículo todos os dias, enfrentar congestionamentos, fazer diversos percursos nas cidades, todos os motoristas estão contribuindo para agravar o quadro de poluição atmosférica. A queima de combustíveis fósseis, que ocorre todo o tempo que o veículo está ligado, emite gases como o SO2, que colabora para a formação de chuva ácida, CO, que é altamente tóxico, e CO2, que contribui para o efeito estufa.

Para reduzir os impactos negativos das emissões de gás carbônico, por exemplo, em 2005 o Brasil começou a adotar, de forma escalonada, a adição de biocombustível no óleo diesel, até atingir 5% em 2013. A gasolina também tem mistura com o etanol, num índice que hoje está em 25%.

Mas os esforços não devem partir apenas da administração pública. Condutores e proprietários de veículos também devem se preocupar com os efeitos negativos para o meio ambiente. E, como nem sempre dá para deixar o carro em casa, algumas condutas simples adotadas no trânsito podem ajudar a reduzir os impactos e também a economia de combustível.

Confira as dez dicas do Despoluir – Programa Ambiental do Transporte, desenvolvido pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) e pelo SEST SENAT, que podem ser facilmente implementadas por quem enfrenta o trânsito, para reduzir o consumo de combustível e a emissão de poluentes.

1. Calibre os pneus de acordo com orientação do fabricante e uma vez por semana;
2. Reduza o uso do ar condicionado. Deixe para ligá-lo apenas nas horas mais quentes do dia e desligue minutos antes de chegar ao destino;
3. Elimine cargas desnecessárias do interior do veículo;
4. Procure manter velocidade constante, sem pressionar excessivamente o pé no acelerador;
5. Evite trocas de marchas constantes e antecipe situações no trânsito para evitar freadas bruscas. Quanto menos o freio for usado, menor será a queima de diesel e gasolina na retomada da aceleração;
6. Arranque suavemente. Os momentos de maior consumo são aqueles quando o veículo é colocado em movimento a partir do repouso;
7. Desligue o veículo em paradas muito longas;
8. Procure trafegar na rotação ideal do motor, indicada pelo fabricante do veículo de acordo com as marchas a serem utilizadas;
9. Não conduza o veículo desengrenado. Os veículos com injeção eletrônica de combustível reduzem o consumo quando o veículo está engrenado e com o acelerador na posição de repouso;
10. Esteja atento para a manutenção do veículo. Filtros de ar e combustível obstruídos, válvulas injetoras sujas, velas de ignição desgastadas e defeitos nos sensores e atuadores da injeção eletrônica poderão aumentar consideravelmente o consumo.
Por Natália Pianegonda - Agência CNT de Notícias